terça-feira, 27 de maio de 2008

"Vê lá transformou-se"

Vi uma lagarta verde
Fez um casulo violeta.
Vê lá transformou-se
Numa linda borboleta!
Guilherme

Deitei um caroço de pêra
Na bordinha da eira.
Vê lá transformou-se
Nasceu uma pereira!

Márcia

Bebi um copo de leite
Estava tão cheio!
Vê lá transformou-se
Num copo vazio!

Luís Costa Silva

Juntei o azul
Vermelho e o amarelo
Vê lá transformou-se
Em castanho tão belo!
Guilherme

Vi um ovo de galinha
Que estava no ninho.
Vê lá, transformou-se
Num lindo pintainho!
Diogo Manuel

Semeei uma semente
Num vaso ao sol.
Vê lá, transformou-se
Num lindo girassol!
Tiago

Juntei muito branco
Com um pouquinho de vermelho.
Vê lá, transformou-se
Num belo rosa velho!
Ana

Semeei uma semente
No meu canteiro
Vê lá, transformou-se
Num belo limoeiro!
Luís Costa Silva

Tabalho elaborado pelos alunos do 2.º ano, tendo como base um texto de Luísa Ducla Soares in "Amiguinhos - 2.º Ano" da Texto Editores

terça-feira, 6 de maio de 2008

A propósito da água

A torneira vou fechar
Quando não estou a lavar
A água tenho que poupar
Sem ela não posso viver.
Catarina

Muita água vou poupar
Já sei o que fazer
Um duche vou tomar
A banheira não vou encher.
Luís Costa Silva

A água não vou sujar
Sem ela não posso viver
Tenho muito que poupar
Um copo de água quero beber
Helena

Água potável vou beber.
Para a sede matar
Agora tenho de a beber
Se não vou desmaiar.
Cláudia

Azul é a cor da terra
A água é transparente
A neve está na serra
O mar à minha frente.
João

Eu fui ver o mar
A água era fresquinha
E logo fui nadar
Estive lá até à tardinha.
Rita

Para os dentes lavar
Muita espuma vou fazer
A torneira vou fechar
Água não posso perder.
Diogo Manuel

A água vou poupar
Não a posso perder
Um duche vou tomar
A banheira não vou encher
Guilherme

Fui à fonte beber água
Sem ela não posso viver
O copo não vou encher
A água não vou perder
Diogo Miguel

Água fresquinha vou beber
Que bom que é refrescar
Sem a água não posso viver
Temos que a poupar
Alexandrina

Fui à fonte, água beber
Para a minha sede matar
Sem água não posso viver
Tenho muito que poupar
Tiago André

A água vou poupar
Sem ela não posso viver
A minha sede vou matar
Água fresca vou beber
Carla.

Um copo de água fresca
Logo de manhã vou beber
Agora ainda sou pequena
Mas a água ajuda-me a crescer
Ana Carvalho

O azul é a cor da terra
A água é transparente
Vejo uma nuvem à minha frente
E muita neve a cair na serra
Ana Filipa

A terra vou regar
A água vou beber
O copo vou lavar
Sem água não posso viver
Filipe

Gosto muito de água
Fresca vou beber
Tenho de a poupar
Sem ela não posso viver.
Márcia

Trabalho elaborado pelos alunos do segundo ano, integrado na construção de um painel de preocupações sobre a água, a sua conservação e utilização sustentada.

terça-feira, 29 de abril de 2008

de Árvores

O fruto vem da flor
Que amadurece ao Sol
Como-o quanto está calor
A sombra do guarda-sol.

Vi laranjas na laranjeira
Pedi à mãe para comprar
A mãe comprou-as na feira
Eu comi-as devagar.

Fui ao jardim apanhar ar
Vi árvores floridas
Ouvi pássaros a cantar
E fui buscar umas bebidas.

Eu tenho um limão
No meu limoeiro
Para fazer uma limonada
Para a família inteira.

Vi uma flor
Fui logo cheirar
Cheirava tão bem
Até a fui cortar.

Trabalho colectivo, resultado de ideias (em equipas de dois) dos alunos do 2.º Ano.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Primavera

Com base na palavra PRIMAVERA, escrevemos, no caderno, uma lista de palavras que, seguidamente fomos discutindo e organizando em frases com sentido para a construção colectiva deste pequenino texto.

Passarinhos voam e cantam
Rosas abrem seus botões,
Inspiração dos meus sentidos
Margaridas, violetas e amores
Abrem pétalas ao sol
Vento suave é brisa,
Em folhinhas verdinhas
Recém nascidas.
A Primavera é linda.


Alunos de 2.º e 3.º

terça-feira, 18 de março de 2008

Votos de Santa Páscoa a todos os que visitam este blogue.
Mas também, e muito especialmente, aos alunos que nele participam e à professora Mónica.
Parabéns por terdes acolhido tão gentilmente a ideia que vos propus.
Este é um projecto colectivo, mas que advém de dedicação individual.
A vossa criatividade e a qualidade dos vossos escritos deve ser mobilizada para alegrar este espaço e animar quem vos lê.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Diz o avô (adaptado do original de Luísa Ducla Soares)

Tens cabelos brancos.
Mas porquê, avô?
Porque mexi em muito algodão
Aonde trabalhei.

Tens rugas na face.
Mas porquê avô?
Porque envelheci
Nesta estrada.

Tens os olhos baços.
Mas porquê avô?
Por estar a olhar a televisão
Nesta casa.

Tens calos nas mãos.
Mas porquê, avô?
Porque fui professor
Na tua escola.

Tens coração grande.
Mas porquê avô?
Porque viajei
E conheci imensa gente.


Luisa Ducla Soares (2000). A Cavalo no Tempo. Civilização

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Não vamos deixar esta ideia parar!