terça-feira, 17 de junho de 2008

Adivinhas

São animais domésticos.
Alguns são perigosos e outros não.
Alguns até guardam a casa dos donos.

Elas produzem um líquido doce.
Se as assustarmos podem picar-nos.
Márcia

Gosta de andar na lama,
tem pêlos e é doméstico.
Comemos a carne dele.
Luís Costa

Ando na estrada de um lado para o outro
e transporto muitas pessoas de cada vez.
Elas esperam-me nas paragens.
Helena

É um animal doméstico, muitas vezes abandonado pelos donos.
Tem o corpo coberto de pêlos
Ele gosta de guardar a casa dos donos.
Alexandrina

É um animal que voa.
Tem penas e nasce do ovo.
Sua casa é o ninho lá no alto das árvores
Guilherme

Vivo nas casas das pessoas.
Sou bem tratado.
Dão-me comida, bebida e brincam comigo
mas o meu alimento preferido é um ratinho muito pequeninho.
Rita

Sou branca tenho manchas pretas .
Dou-vos um alimento que gostam de beber logo de manhã.

De pêlo cinzento, mete-se nos buracos.
O que ele mais gosta é de roer.
Tiago

Qual é coisa qual é ela que é amarela,
do tamanho do rato e que saiu do ovo.
Cláudia

Qual é coisa qual é ela que tem as orelhas grandes,
carrega sacos ou puxa a carroça.
Diogo Miguel

É um animal doméstico vive na nossa casa,
tem pêlos e brinca com novelos de lã.
Diogo MANUEL

A Cantar e a tocar é que a gente se entende

Para dar resposta ao desafio de participar num concerto de música, decidimos contruír uma espécie de musical.
Voltas e voltas... e mais voltas!
Tantas voltas demos com a cabeça que apareceu o texto. E até as músicas para o acompanhar.
Todos juntos e as professoras fizemos uma super equipa.
Aqui fica parte do trabalho - a que é possivel aqui colocar, a outra é visual e sonora e acontece amanhã no INA (Caldinhas).

Alunos do 3.º e 4.º anos

"A Cantar e a tocar é que a gente se entende"

Narrador: Ao lado do Reino da Fantasia viviam duas irmãs: a Ana e a Catarina. Elas eram muito diferentes uma da outra. Enquanto que a Ana se fartava de trabalhar para manter a casa limpa e arrumada, cozinhava, lavava e nunca tinha tempo para se divertir, a Catarina só passeava, sonhava e brincava. Um dia estalou um grande desentendimento entre as duas irmãs.

Ana: Eu estou farta de trabalhar e de tu nunca me ajudares. Estás sempre na boa vida, não sabes fazer nada!

Catarina: Isso não é verdade, eu também faço algumas coisas!

Ana: Tais como?

Catarina: Passear com os animais, conversar com eles, fazer-lhes festas, cheirar as flores ...

Ana: Olha que grande coisa! Quem é que cozinha o que tu comes? Quem é que muda a tua cama? Quem é que lava a tua roupa? EU! EU! EU! Estou farta. De hoje em diante tratas tu das tuas coisas!

Narrador: E como ela não gostava de discussões fugiu em direcção à floresta do Reino da Fantasia para se acalmar um pouco. Enquanto isso a Catarina, também entrou na floresta para esquecer o que a sua irmã lhe tinha dito.

Esta floresta era muito especial porque era habitada por todas as especies de criaturas do Reino da Fantasia desde ogres, bruxas, gigantes, piratas e lobos a fadas, princesas e herois e heroinas de diferentes tipos. Ora, no momento exacto em que as irmãs entravam na floresta havia um grande reboliço na floresta. Estavam todos excitados porque ia haver um grande concurso de talentos. De um lado participavam os vilões do reino, do outro participavam os herois:

Ouriço Reboliço: Vamos lá Tartaruga Pulga. A este andar chegamos só no final do concurso!

Tartaruga Pulga: Ó ouriço Reboliço, que queres que te faça? Tu, basta enrolares-te e lá vais que nem uma bola a rolar pelo chão fora. Agora eu, para estar aqui saí à três dias de casa!

Joaninha Ritinha: Olá amigos!

T.P + O.R : Olá Joaninha Ritinha!

O.R: Sabes algumas novidades acerca do concurso?

Joaninha Ritinha: Se sei! Ouvi dizer que este concurso vai ser decisivo! Quem quer que ganhe vai governar todo o reino da Fantasia durante os próximos 100 anos!

O.R- O quê? Estamos tramados! Imgina que é o bando dos ogres e companhia! A nossa vida vai ser um inferno! Vão perseguir-nos, vão assustar-nos, vão pregar-nos partidas, vai ser tudo escuro e triste ....

T.P – Calma! Olha que se for o Bando dos Betinhos a nossa vida não vai ser muito melhor. Tudo certinho, direitinho e perfeito, o mundo todo cor-de-rosa ... Imagina que implicam contigo por tu picares e eu ser muito lento?

J.R: Não há nada a fazer! Houve um grande desentendimento no mundo fora do Reino da Fantasia e agora alguem vai sofrer se não se votarem a entender!

(De repente passa um vulto veloz e verde )

Rato Pedro: Que foi aquilo?

Joan.Ri: Ó Rato Pedro, não o quê! Quem! Só poderá ser o Dragão Sabichão. Ele exigiu fazer parte do Juri. Ouvi dizer que quem também faz parte do juri é O Diabo Macabro e a Anjinha Papinha. Esses já sabemos em quem vão votar!

Rato Pedro: Vamos lá, vamos lá! Dêem uma ajuda à Tartaruga Pulga.

O.R :Ufa! Chegamos! Vamos sentar ali, parece que está mesmo prestes a começar.

Passarinho Pintinho: Vamos dar início ao concurso! À esquerda temos o temível grupo dos Rufias:

Rufias:(grrrrr, bu)

Passarinho Pintinho: À direita o grupo doce dos Certinhos .

Certinhos: (beijinhos).

Passarinho Pintinho: Sem mais demora, vamos ouvir os melhores cantores do Reino da Fantasia. Moeda ao ar e .... Começam os Rufias!

Rufias : oh, oh, oh, oh, oh...

Passarinho Pinto: Muito...... Bem o juri pode dar o seu voto!

Juri: 3 pontos Diabo 0 pontos Anjo 0 pontos Dragão

Passarinho Pinto: Bom, será que os Certinhos conseguem uma melhor pontuação? Vamos ouvir.

Certinhos: Sol Lá Si ........

Passarinho Pinto: Foi extremamente...... bom vamos à pontuação

Juri: 0 pontos Diabo 3 pontos Anjo 0 pontos Dragão

Passarinho Pinto: Bom, excelentíssimos senhores parece que temos um empate. Neste caso ...

Dragão Sabichão: Temos de resolver este problema...

Diabo: O problema está resolvido: ganham os mais fortes os que têm uma voz mais grave e poderosa!

Anja: Nem pensar! Ganham os mais doces os que têm uma voz mais aguda e triunfante!

(Diabo e Anja discutem)

Dragão Sabichão: Basta! Os dois grupos foram uma desgraça. Mas tenho uma sugestão!
Vamos juntar os dois grupos e ver no que é que dá. E então votamos! Concordam?

Todos: Vamos a isso!

( canção do dó, ré mi ...)

Todos aplaudem

Passarinho: Por favor, vamos ver a votação:

Juri: 3 pontos Diabo 3 pontos Anjo 3 pontos Dragão

(Todos aplaudem! Os cantores abraçam-se uns aos outros sem distinção de grupos).

Joaninha Ritinha: Isto significa que pelo menos nos próximos 100 anos não vamos ter problemas ...

Ouriço: Bem, não é bem assim pois no reino da Fantasia está tudo resolvido e no outro mundo? Será que também já se entenderam?

Rato Pedro: Escutem!


(as irmãs acordam ao mesmo tempo)

Ana: Tive o sonho mais curioso!

Catarina: Eu também!

Ana: Sabes, acho à pouco que exagerei...

Catarina: Não.Tu tinhas razão. Eu não faço nada para te ajudar e por causa disso tu também não tens tempo para fazer aquilo que eu gosto!

Ana: Bom, eu também não sei fazer outra coisa se não trabalhar. Ensinas-me a divertir-me?

Catarina: Só se tu me ensinares os segredos da cozinha!

Narrador: E lá foram as duas, muito mais amigas do que antes. Aprenderam que o mundo não é só preto e branco, agudo e grave, tudo ou nada. A harmonia existe no equilíbrio perfeito de ambos os lados.
Só assim é que a gente se entende.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O tempo acaba o ano, o mês e a hora

Celebrando Camões com a sua poesia.

O tempo acaba o ano, o mês e a hora,
A força, a arte, a manha, a fortaleza;
O tempo acaba a fama e a riqueza,
O tempo o mesmo tempo de si chora;

O tempo busca e acaba o onde mora
Qualquer ingratidão, qualquer dureza;
Mas não pode acabar minha tristeza,
Enquanto não quiserdes vós, Senhora.

O tempo o claro dia torna escuro
E o mais ledo prazer em choro triste;
O tempo, a tempestade em grão bonança.

Mas de abrandar o tempo estou seguro
O peito de diamante, onde consiste
A pena e o prazer desta esperança.

Luís de Camões

terça-feira, 27 de maio de 2008

"Vê lá transformou-se"

Vi uma lagarta verde
Fez um casulo violeta.
Vê lá transformou-se
Numa linda borboleta!
Guilherme

Deitei um caroço de pêra
Na bordinha da eira.
Vê lá transformou-se
Nasceu uma pereira!

Márcia

Bebi um copo de leite
Estava tão cheio!
Vê lá transformou-se
Num copo vazio!

Luís Costa Silva

Juntei o azul
Vermelho e o amarelo
Vê lá transformou-se
Em castanho tão belo!
Guilherme

Vi um ovo de galinha
Que estava no ninho.
Vê lá, transformou-se
Num lindo pintainho!
Diogo Manuel

Semeei uma semente
Num vaso ao sol.
Vê lá, transformou-se
Num lindo girassol!
Tiago

Juntei muito branco
Com um pouquinho de vermelho.
Vê lá, transformou-se
Num belo rosa velho!
Ana

Semeei uma semente
No meu canteiro
Vê lá, transformou-se
Num belo limoeiro!
Luís Costa Silva

Tabalho elaborado pelos alunos do 2.º ano, tendo como base um texto de Luísa Ducla Soares in "Amiguinhos - 2.º Ano" da Texto Editores

terça-feira, 6 de maio de 2008

A propósito da água

A torneira vou fechar
Quando não estou a lavar
A água tenho que poupar
Sem ela não posso viver.
Catarina

Muita água vou poupar
Já sei o que fazer
Um duche vou tomar
A banheira não vou encher.
Luís Costa Silva

A água não vou sujar
Sem ela não posso viver
Tenho muito que poupar
Um copo de água quero beber
Helena

Água potável vou beber.
Para a sede matar
Agora tenho de a beber
Se não vou desmaiar.
Cláudia

Azul é a cor da terra
A água é transparente
A neve está na serra
O mar à minha frente.
João

Eu fui ver o mar
A água era fresquinha
E logo fui nadar
Estive lá até à tardinha.
Rita

Para os dentes lavar
Muita espuma vou fazer
A torneira vou fechar
Água não posso perder.
Diogo Manuel

A água vou poupar
Não a posso perder
Um duche vou tomar
A banheira não vou encher
Guilherme

Fui à fonte beber água
Sem ela não posso viver
O copo não vou encher
A água não vou perder
Diogo Miguel

Água fresquinha vou beber
Que bom que é refrescar
Sem a água não posso viver
Temos que a poupar
Alexandrina

Fui à fonte, água beber
Para a minha sede matar
Sem água não posso viver
Tenho muito que poupar
Tiago André

A água vou poupar
Sem ela não posso viver
A minha sede vou matar
Água fresca vou beber
Carla.

Um copo de água fresca
Logo de manhã vou beber
Agora ainda sou pequena
Mas a água ajuda-me a crescer
Ana Carvalho

O azul é a cor da terra
A água é transparente
Vejo uma nuvem à minha frente
E muita neve a cair na serra
Ana Filipa

A terra vou regar
A água vou beber
O copo vou lavar
Sem água não posso viver
Filipe

Gosto muito de água
Fresca vou beber
Tenho de a poupar
Sem ela não posso viver.
Márcia

Trabalho elaborado pelos alunos do segundo ano, integrado na construção de um painel de preocupações sobre a água, a sua conservação e utilização sustentada.

terça-feira, 29 de abril de 2008

de Árvores

O fruto vem da flor
Que amadurece ao Sol
Como-o quanto está calor
A sombra do guarda-sol.

Vi laranjas na laranjeira
Pedi à mãe para comprar
A mãe comprou-as na feira
Eu comi-as devagar.

Fui ao jardim apanhar ar
Vi árvores floridas
Ouvi pássaros a cantar
E fui buscar umas bebidas.

Eu tenho um limão
No meu limoeiro
Para fazer uma limonada
Para a família inteira.

Vi uma flor
Fui logo cheirar
Cheirava tão bem
Até a fui cortar.

Trabalho colectivo, resultado de ideias (em equipas de dois) dos alunos do 2.º Ano.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Primavera

Com base na palavra PRIMAVERA, escrevemos, no caderno, uma lista de palavras que, seguidamente fomos discutindo e organizando em frases com sentido para a construção colectiva deste pequenino texto.

Passarinhos voam e cantam
Rosas abrem seus botões,
Inspiração dos meus sentidos
Margaridas, violetas e amores
Abrem pétalas ao sol
Vento suave é brisa,
Em folhinhas verdinhas
Recém nascidas.
A Primavera é linda.


Alunos de 2.º e 3.º